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domingo, 29 de setembro de 2013

CURTI



"Segundo a Folha de São Paulo, Lobão promete abordar sobre o mensalão e outros assuntos do momento."

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A FÓRMULA MÁGICA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA

Primeiro deixam um abismo praticamente intransponível na educação básica entre a rede pública e a particular aumentar durante algumas décadas. Mas a culpa é da ditadura.
Depois criam programas maravilhosos para tentar forjar índices de escolarização.
Essa é a fórmula do sucesso da nossa educação pública revolucionária.
PT saudações.


Após 21 anos, alunos de São Paulo terão lição de casa, nota e boletim !!!

FONTES:

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

UPPs

"Essa charge, que foi criada há algum tempo atrás, faz uma crítica à implantação das UPPs pelo governo do Estado. Hoje, a pertinência dessa crítica se torna cada vez mais óbvia."

sábado, 3 de agosto de 2013

A CIGARRA, AS FORMIGAS E A DONA JOANINHA

Mônica Vândala

Por conta da fábula “A cigarra e a formiga” a Cigarra resolver se distanciar sutilmente das companheiras formigas. Buscou outros grupos de convivência que apreciassem o seu canto anunciando o verão, e nas outras estações do ano ela poderia fazer atividades que mais lhe agradassem. Assim, foi parar numa escola para ter ao menos as migalhas da merenda escolar da educação básica nos dias mais frios. E durante as noites poder ficar abrigada escondida num canto qualquer da biblioteca sem dever favor a ninguém lendo o que bem quisesse durante as madrugadas.

Foi assim que a Cigarra descobriu a internet. Navegando na rede leu várias versões reescritas daquela fábula estapafúrdia do tal La Fontaine. Já existia até a “Fábula da Fábula” cantando em versos o seu descompromisso com trabalho. A Cigarra ficou triste? Até poderia, mas não ficou.

A Cigarra inventou que também poderia escrever histórias infantis, afinal escrever para crianças não parecia ser algo assim tão complicado. A Cigarra achava que difícil era escrever para gente grande. Criança acredita em ovos do coelhinho da Páscoa e em papai Noel. Seria moleza, pensou!

Mas mal começou a rascunhar uma fábula a Cigarra percebeu que precisaria estudar mais. Escrever não é tarefa tão fácil assim para quem não encara esse hábito como um exercício diário de leituras e reescritas. E não devemos desconsiderar que as crianças de hoje parecem que já nascem conectadas ao mundo virtual. Fuçam tudo sem ao menos saber ler o manual, do controle remoto ao tablet elas arrasam! Mal aprendem a ler e já saem buscando assuntos variados que lhes interesse. Leem várias histórias online nos mais variados formatos, baixam desenhos e filmes, assistem o que bem querem nos seus canais prediletos do Youtube. Pena que as crianças pobres não têm esse acesso à internet facilitado na infância nem mesmo nas escolas.

Fora o fato de parecer que já haviam escrito fábulas de tudo que é bicho e de tudo que é jeito. Mas vocês pensam que ela desistiu de escrever?

Há muito tempo  a Cigarra aprendeu o significado da palavra resiliência.

Resolveu que poderia ser mais fácil se tentasse escrever sobre algo que lhe desse prazer, mesmo que não fosse exclusivo para crianças. Mas o que seria? Sobre o quê ela poderia escrever?

Por causa de La Fontaine todos já sabiam do que ela mais gostava. Toda cigarra tem alma boêmia e adora cantar. Embora isso parecesse até um grande pecado para os que defendem a meritocracia e gostam de criaturinhas teleguiadas como as formigas e as abelhas que trabalham como escravas apenas para manter o  status quo de suas rainhas. Enfim, esse é um sistema complexo onde os fins justificam os meios, e muitos ainda se sentem seguros assim.

Porém, o que ninguém sabia de verdade é que a Cigarra também gostava de brincar de percussão corporal com crianças e na escola ela aprendeu que poderia escrever sobre o que quisesse, "do parto sem dor ao homem na Lua". Bastava buscar teóricos para fundamentar seus argumentos e ter disposição para ler e escrever com afinco citando honestamente as fontes.

Assim, a Cigarra resolveu que poderia escrever sobre Percussão Corporal! E escreveu um trabalho inicialmente bem simples e até medíocre. Apresentou-o timidamente a um seleto público em um Seminário local. Mas quem leu o trabalho achou que ela poderia escrever mais profundamente sobre o tema e quem sabe poderia inscrevê-lo em um congresso internacional? A ideia pareceu-lhe boa! E foi isso que a Cigarra fez.

Reescreveu com capricho todo o trabalho tranquilamente em formato de oficina, pois pesquisar e escrever não eram mais nenhum bicho de sete cabeças pra ela. Percussão Corporal: o aprendizado dos pés à cabeça foi o título que a Cigarra considerou mais apropriado ao trabalho que escreveu sozinha.

Aconteceu que durante a inscrição desse trabalho no congresso a Cigarra viu nas instruções do site que poderia colocar algumas colegas como coautoras, e pensou alto:
- Por que não? Que mal há nisso? Compartilhar saberes é uma ideia tão boa!

Foi assim que a Cigarra compartilhou sua autoria e colocou como coautoras a Borboleta, a Libélula e a Dona Joaninha, mesmo sabendo que ela era muito amiga das formigas.

***

Assim que o trabalho foi parcialmente aceito todas ficaram muito alegres e eufóricas. Porém, foi aí que a Cigarra começou a perceber a cilada em que se meteu.

Por exigência da comissão científica ainda precisavam descrever minimamente as atividades que fariam nessa oficina, além de reenviar essa reescrita em arquivo PDF dentro de um curtíssimo prazo e na formatação exigida.

Além disso, para apresentar de maneira minimamente decente um trabalho sobre percussão corporal em formato de oficina e com duração de quatro horas para um público adulto e crítico é preciso alguns ensaios para que a afinação desse grupo seja uníssona durante a apresentação ou então, muito descaramento.

Mas reunir-se para ensaiar com suas colegas estava parecendo a missão mais impossível do Rio de Janeiro naquele primeiro semestre tão tumultuado de 2013. Já estavam quase ao final do mês de maio e nada ainda do sonhado ensaio coletivo.

Houve greve de professores e as manifestações explodindo feito milho de pipoca em chapa quente quase diariamente em toda a cidade maravilhosa por causa de várias insatisfações populares de um povo já tão cansado de sempre agir compulsivamente como formiga e abelha.

Ouvi dizer que um tal gigante havia acordado muito pe da vida!

Você acredita que essas manifestações nas ruas começaram por causa da desocupação arbitrária da Aldeia Maracanã e culminaram por conta do aumento de vinte centavos na passagem dos ônibus? Pois é.  Foi  um tal de MPL – Movimento Passe Livre de São Paulo que era patrocinado inclusive pelo PT que começou tudo isso que explodiu em várias manifestações populares pelas capitais do Brasil. Os noticiários nacionais chamavam os manifestantes brasileiros de vândalos e baderneiros. Alguns políticos tentaram até nominá-los de terroristas e propuseram que leis fossem criadas para puni-los exemplarmente relembrando os tempos da ditadura onde o povo não podia sequer reclamar!

A Tropa de Choque do Cabral jogava bombas em cima deles sem dó igual nos filmes de guerras, e assim, sempre tinha início algum quebra-quebra dantesco e colossal, pois até manifestante pacífico estava apanhando da polícia nesses dias tumultuados. Outros diziam que eram policiais infiltrados nas manifestações que iniciavam o tumulto para justificar a ação truculenta da polícia. É só pesquisar na internet sobre: “Mídia Ninja”, “Black Bloc”, "Anonymous", “Protestos e manifestações no Brasil 2013” nas mídias estrangeiras disponíveis na internet, tipo News York Times. Ainda deve está tudo lá. O Brasil virou piada no mundo inteiro por causa desse novo fenômeno chamado redes sociais que disponibilizavam links mostrando em tempo real e sem edição tudo que estava acontecendo por aqui.

Nas nossas mídias tidas até então como oficiais no “padrão plim plim” não vale a pena pesquisar nada, porque a historinha editada por eles foi bem bizarra sempre justificando como necessária a ação dos opressores. Mas deixemos isso pra lá e voltemos a essa história.

***

Enquanto isso a Cigarra enviava e-mails, tentava contato pelo grupo no facebook, marcava as colegas nas postagens para que elas visualizassem obrigatoriamente os dez horários semanais disponibilizados para esses necessários ensaios coletivos, ou incluíssem suas sugestões nas atividades solicitadas pela comissão científica do evento para que recebessem a carta de aceite dentro do prazo estabelecido no edital. Mas a Dona Joaninha sequer respondia os e-mails ou comentava no grupo. Será que ela estava sem internet? Nem o celular ela atendia!

Com as sugestões da Borboleta, da Libélula e uns poucos ensaios conseguiram elencar oito atividades para essa oficina, minuciosamente planejadas pela Cigarra e enviadas dentro do prazo no formato de arquivo solicitado mesmo sem a participação da Dona Joaninha nesse processo. Fazer o quê a essa altura do campeonato?

Mas o tempo foi passando, foi passando ...

E para complicar, nem todas estavam com dinheiro para ir nesse congresso em outro estado e devido à greve acumularam-se trabalhos passados em cima da hora por vários professores para que aquele período fosse validado na escola. Quem tem compromisso com a vida acadêmica sabe o quanto isso é tenso.

Por isso, ficou combinado entre as quatro colegas manter o trabalho inédito. Quando tivesse outro congresso ou seminário num local mais próximo e todas pudessem ir sem altos custos de transporte e estadia poderiam inscrevê-lo novamente e apresenta-lo dignamente sem a pagação de mico costumeira em apresentações improvisadas. Porque embora tenha quem ache que isso é bonito, quem tem um mínimo de consciência crítica sabe o quanto é triste e deprimente, apesar de sempre ter aplausos no final das apresentações. Semelhante aos cerimoniais de enterro nos cemitérios.

Porém, a Dona Joaninha mesmo sem escrever sequer uma linha, participar de pelo menos um ensaio ou solicitar às suas colegas as autorizações assinadas, que ainda estão sinalizadas no site do evento como obrigatórias nesse renomado congresso, foi lá e fez a apresentação na maior cara de pau como se a oficina proposta se resumisse a uma apresentação oral de um trabalho escolar escrito por ela sobre o que a Cigarra faz . Deve ter sido realmente um momento memorável e muito lindo!

MORAL DA HISTÓRIA:
“Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política ou futebol com bons sentimentos...” *


ENTRETANTO, O QUE A CIGARRA AINDA NÃO DESCOBRIU FOI COMO A DONA JOANINHA FEZ ESSA MÁGICA SEM AS AUTORIZAÇÕES ASSINADAS. MAS TENHO A SUSPEITA DE QUE QUANDO ELA DESCOBRIR TEREMOS A SEGUNDA PARTE DESSA HISTÓRIA.


"QUALQUER SEMELHANÇA COM FATOS REAIS É MERA COINCIDÊNCIA." SÓ QUE NÃO.

*(Na internet dizem que essa afirmação é de Nelson Rodrigues. Mas como não confirmei em fonte segura a autoria cito-o entre parênteses, pois mesmo correndo o risco de estar equivocada acredito que a frase seja desse saudoso gênio).







Fontes:




quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Cabral promete devolver prédio do antigo Museu do Índio aos povos originários

Mônica Vândala

Foto de Mônica Vândala

Num claro recuo a sua política de desocupações arbitrárias, Sergio Cabral Filho, após várias manifestações crescentes pipocando pela cidade desde a desocupação forçada da Aldeia Maracanã no início do ano, que segundo ele era uma exigência da FIFA, promete devolver o prédio do Antigo Museu do Índio aos povos originários. Menos mal.

Nosso governador está sentindo na pele o peso da sua impopularidade enquanto o brasileiro toma consciência da força das redes sociais que disponibilizam vídeos às mídias internacionais praticamente em tempo real mostrando o poder de um povo e os gritos que vem das ruas organizando as manifestações reais por eventos virtuais que se multiplicam em compartilhamentos no Facebook numa progressões geométricas até então inimaginável ser possível em terras tupiniquins sem o apoio sindical. 

Vivemos outros tempos onde o povo cansou de ser mal representado pelos que levam generosas verbas de nossos impostos e botam panos quentes no que bem lhes convém. Cansamos de assistir tudo terminar em pizza.

As grandes mídias nacionais oficiais também foram alvos da insatisfação popular e sofreram depredações e vaias, enquanto a internet mostrava a veracidade dos acontecimentos pela brava Mídia Ninja e seus celulares.

Cabral teve direito a acampamento de resistência e protestos praticamente diários na porta de sua residência no Leblon desde a Copa das Confederações. 

Os efeitos das bombas de gás lacrimogênio e spray pimenta jogados pela sua Tropa de Choque em cima dos manifestantes pacíficos que exerciam seu direito democrático de protestar foi sentido por muitos dos seus vizinhos na zona sul. Muito chato isso bem na sua porta. Dizem que ele até ficou deprimido.

Porém, quando essa truculência policial é nas nossas favelas cariocas as balas são de verdade. O couro come e ninguém viu. É a lei do silêncio que garante a sobrevivência nas comunidades. Resta a dor às famílias dos tantos Amarildos desaparecidos e esquecidos às suas poucas sortes. 
#CADÊAMARILDO?

Mas a verdade é que esse povo mascarado que está nas ruas do Rio do Janeiro defendendo a ideia de uma cidade melhor para todos me representa mais que nossos políticos e seus altos salários. É o sangue de índio, de negro e de branco. Tudo junto e misturado pulsando nas veias com alma endiabrada de vândalo indignado que luta por direitos que foram usurpados por vocês, nossos digníssimos representantes que dentre outros delitos mais graves manipulam e omitem as informações que lhes convém. 

Espero que as várias etnias de amigos indígenas que conheci na Aldeia Maracanã, Tukanos, Apurinãs, Puris, Pataxós, Guaranis, Guajajaras e outras que posso ter esquecido de mencionar, acendam o cachimbo da paz e saiam todas lucrando com um espaço para uma aldeia urbana bem arborizado (Jacarepaguá) e um centro cultural (Antigo Museu do Índio). 


Foto de George Magaraia

"A secretária acenou ainda com a disposição do governo em considerar a instalação deste Centro no prédio do antigo Museu do Índio, no Maracanã, como era o desejo do movimento.  As moradias para os indígenas continuarão a ser planejadas para Jacarepaguá ou para algum outro local que seja encontrado de comum acordo entre o governo e o grupo. 
Foto do Centro Indígena em Jacarepaguá

A Secretária solicitou, ainda, que os presentes – representantes de diversas etnias, como Afonso Apurinã, CarlosTukano, Garapirá Pataxó, Marize Guarani, Iracema Pankararu   - mobilizassem lideranças de outras etnias para participar das próximas reuniões e contribuir para uma construção coletiva dos fundamentos do projeto."


FONTES:


sexta-feira, 26 de julho de 2013

DIREITOS AUTORAIS NO TRABALHO ACADÊMICO




  • Resumo: O presente artigo tem como escopo contribuir com a difusão dos direitos autorais entre os estudantes que vivem à guisa da produção de obras intelectuais quer no âmbito da graduação ou da pós-graduação. Visa, sobretudo, transmitir informações doutrinárias e legais, a fim de que produzam seus trabalhos acadêmicos com maior consciência e segurança, sem que venham a incorrer em crassa violação de direitos de autor por falta de conhecimento, quer seja o plágio, contrafação ou outros ilícitos civis e penais. Para que a violação não ocorra, é necessário reconhecer que o trabalho acadêmico é obra intelectual, caracterizado como documento e, portanto, protegido pela legislação pátria desde a Constituição Federal até a lei específica de direitos autorais, bem como pelos acordos e tratados internacionais dos quais o Brasil é país signatário. Logo, sua violação é tipificada como crime. Além da orientação de que as normas insculpidas na legislação autoral devam ser seguidas, a fim de se reconhecer a necessidade e a importância das citações de autores consagrados e suas obras, ainda que estejam em domínio público, em paralelo, chama-se a atenção para que as normas editadas pela ABNT sejam igualmente seguidas. Desse conjunto, evidentemente sem se olvidar da leitura, do estudo e da pesquisa, ao redigir os trabalhos acadêmicos o estudante estará contribuindo para o desenvolvimento do tema e para a construção do conhecimento. 
Palavras-chave: direitos autorais; trabalho acadêmico; documento; plágio; domínio público



  • "O direito moral dá ao criador a garantia de menção de título e nome de sua obra, opor-se a alteração que possa prejudicá-la, ou à sua reputação, modificá-la sempre que quiser, retirá-la de circulação e mantê-la inédita."

Ou seja, 

  • "O autor tem direitos sobre o que cria"




FONTES:

DIREITOS AUTORAIS NO TRABALHO ACADÊMICO

NEM TUDO QUE PARECE É: ENTENDA O QUE É PLÁGIO

LEI 9.610/98

quinta-feira, 9 de maio de 2013

MAIO VERMELHO


MAIO VERMELHO é um grupo de amigas graduandas de Pedagogia, que nasceu à partir de uma discussão iniciada nesse mês no Facebook decidindo a UNIR FORÇAS para cobrar soluções e despertar uma resistência discente necessária em nosso coletivo. Não podemos cair no conformismo e acreditarmos que nunca poderemos promover mudanças dos paradigmas cristalizados nas instituições de ensino. Decidimos estudar Pedagogia porque acreditamos na Educação como ferramenta transformadora da sociedade. Afinal, como bem disse Nietzsche “NADA É TÃO NOSSO QUANTO NOSSOS SONHOS”.
Nós, alunas da Pedagogia do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro - ISERJ - que aqui estamos presente, APOIAMOS A PARALISAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA FAETEC, pois nos sentimos desamparadas por essa instituição em nossas reais necessidades acadêmicas. Afinal, desde a nossa aprovação por vestibular no ano de 2009 pouca coisa mudou dentro do nosso estimado Instituto de Educação.
Pretendemos MOBILIZAR o corpo discente da Pedagogia organizando manifestações pacíficas onde mostraremos por meio da participação e iniciativa do nosso pequeno coletivo o que podemos fazer para motivar nossos colegas a continuar estudando em uma instituição pública até concluir o seu curso superior. É triste perceber ao longo desses quatro anos, que por diversos motivos e muitas vezes alheios às suas vontades, alguns colegas se transferiram para instituições particulares, enquanto outros, simplesmente se viram obrigados a desistir de seus sonhos acadêmicos por falta de recursos financeiros para os gastos em xerox, passagens etc.
Por isso, temos a necessidade de RESISTIR e LUTAR por nossos direitos de REIVINDICAR que melhorias e investimentos também sejam feitos no Ensino Superior do ISERJ.
A frase de Paulo Freire “A EDUCAÇÃO TEM DE ASSUMIR-SE POLÍTICA” não pode ficar presa em uma folha de papel esquecido em um fundo de gaveta. Precisa sair dos cadernos e dos livros empoeirados nas prateleiras. Precisa ser vivenciada em nossa graduação e experimentada plenamente além dos limites de sala de aula pelos que pretendem se dedicar à educação. Principalmente a educação pública, sempre tão duramente relegada a segundo plano. Sempre em precárias condições e sofrendo perenemente as consequências do descaso governamental.
Muitas são as necessidades de extrema urgência, que em suma contribuem para a falta de qualidade do Ensino Superior. Precisamos nos UNIR e buscar a adesão dos demais discentes para que juntos possamos conseguir o mínimo exigido para uma formação Superior de qualidade e excelência que merecemos.
Uma das ações mais imperativas aos graduandos da Pedagogia em nosso Instituto Superior de Educação é o REAPARELHAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DO ENSINO SUPERIOR DO ISERJ, que além de não possuir INTERNET, IMPRESSORA, COMPUTADORES ADEQUADOS EM FUNCIONAMENTO e MONITOR PARA AUXILIAR OS USUÁRIOS, ultimamente vem sendo utilizado apenas pelas turmas da EJA, onerando ainda mais os gastos de muitos graduandos que são obrigados a realizar suas pesquisas em lan houses.
Tendo em vista a dinâmica disciplinar do nosso curso de Pedagogia, é de suma importância que tenhamos disponível um espaço de pesquisa acadêmica complementar ao da biblioteca, uma vez que a grande rede, internet, é objeto facilitador do aprendizado devido ao seu acervo extenso e atualizado.
Também acreditamos que poderia ser disponibilizado à comunidade discente do Ensino Superior o SINAL DE WIRELESS para utilização nas salas com recursos multimídia e nos laptops dentro dos limites da instituição, da mesma forma que acontece no Colégio Estadual José Leite Lopes, o Nave, na Rua Uruguai, Tijuca. Um colégio público de nível médio.
Assim, qualquer professor ou aluno que precisasse utilizar a internet poderia fazê-lo dentro da sala de aula sem prejuízo aos muitos alunos carentes que dispõe apenas do laboratório de informática para realizarem seus trabalhos e pesquisas acadêmicos.
Agradecemos aos presentes, ao SINDPEFAETEC e ao ISERJ pelo tempo de fala que nos foi concedido nessa Assembleia para a leitura desse manifesto, e comunicamos que além de entregá-lo em mãos da Coordenação de Pedagogia e da Direção Geral do ISERJ, também o deixaremos público na internet, assim como as demais ações imprescindíveis que pretendemos organizar até que tenhamos nossas reivindicações discentes atendidas pela DESUP-FAETEC.

sábado, 13 de abril de 2013

Educação Proibida


Eu desconhecia esse documentário
Estou assistindo pelo youtube e tem ferramenta para legendas em Português (Brasil)
Mt bom!


além de uma sinopse tem comentários bem interessantes a serem pensados.

quarta-feira, 6 de março de 2013

SOMOS UM RIO! INACREDITÁVEL!

Para quem mora na Praça da Bandeira é caótico e preocupante toda a vez que chove forte. E para quem estuda no ISERJ não é muito diferente. 
Eu ontem ao chegar no ISERJ percebi que estava sem luz e nem estacionei, tinha começado a chover forte quando cheguei à Tijuca. Mas não adiantou muito, pois fiquei presa no congestionamento da Rua Pedro Guedes vendo a rua virar rio e depois de umas 2h nessa agonia a água baixou e para conseguir retornar para Jacarepaguá a alternativa foi trafegar pela contra mão em algumas ruas sem iluminação.
#TENSOPACAS!!!

Relato de um amigo* e aluno de Pedagogia sobre a combinação perigosa de chuva forte + alagamento + falta de energia para os alunos que cursam o turno da noite no ISERJ.

‎"Levando em consideração uma instituição que não tem gerador, luz de emergência, brigada contra incêndio e pânico, Coordenador da noite como foi declarado na própria coordenação e pessoas treinadas com um plano de contingência e evacuação em caso de falta de energia , uma instituição onde estudam idosos e demais aluno. Onde as equipes de plantão não tem rádio comunicação interna e não tem um coordenador de incidente que possa manter os alunos informados das condições ao redor da faculdade que está numa área de risco de alagamento e inundação. A única luz que usávamos era dos próprios celulares com alunos descendo e subindo escadas no escuro com risco de queda, um estacionamento sem iluminação com árvores de grande porte sem poda trazendo risco a quem transita dentro da faculdade, e nada aconteceu. Deus é bom, mas o fato merece um relatório para as autoridades competentes.
A Lei 12608 de 10 de abril de 2012 fala sobre o sistema de defesa civil nacional e diz mais:

Art. 29, §7º - Os currículos do ensino fundamental e médio devem incluir os princípios da proteção e defesa civil e a educação ambiental de forma integrada aos conteúdos obrigatórios. (NR)"


*O amigo é Diretor de Projetos da Defesa Civil de Queimados, deve saber bem do que está falando.

Nossa Cidade Olímpica submersa - foto de Jorge D. Moraes

Enquanto isso, no site Globo.com, o Duduzinho Paes declarava na maior cara de pau:

"É uma chuva forte, mas que conseguimos identificar com antecedência, tanto que conseguimos fechar os acessos à Praça da Bandeira antes. Não havia carros patinando nas águas, algo que era comum de se ver. Pedimos, neste momento, que as pessoas não saiam de casa, principalmente, os moradores de Laranjeiras, Catete, Tijuca e Centro. Não temos ocorrência grave. Tivemos sim muitas quedas de árvores, como a que interditou parcialmente o Túnel Santa Bárbara - disse Paes, acrescentando que havia lixo nas ruas, pois nesta terça seria realizada coleta noturna. - As pessoas acabam acumulando lixo fora de casa. Quando vem uma chuva dessas, agrava a situação. Não posso dizer que é exatamente um problema de sujeira, mas certamente esse lixo que estava na rua agravou a situação. Posteriormente, se tivermos algum problema com a desobstrução, ou seja, escoamento da água, com certeza, há um problema na limpeza de galerias e nós teremos que checar isso."


***

Temos um vídeo feito pelo amigo Alex Vicente, aluno da Pedagogia Iserj, que também ficou ilhado na Praça da Bandeira durante esse temporal. Está público no facebook. Confira o drama.
https://www.facebook.com/photo.php?v=504104172983774&set=vb.100001525873505&type=2&theater





Fontes:

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

inscrições
Inscrições online para os cursos gratuitos para estudantes - Programa Fundamentação, Programa especial de imagem gráfica e fotografia, cursos de Capacitação, Concepção e Desenvolvimento.

Veja as convocatórias do Programa Aprofundamento 2013, coordenado por Anna Bella Geiger e do Projeto de Pesquisa 2013, coordenado por Glória Ferreira.

Desenho contemporâneo: produção de sentido e narratividade
Orlando Mollica
4ª feira | 14h30 - 17h30
9 jan - 26 jun

Exercícios da figura humana: 2D e 3D
Manoel Fernandes
2ª a 6ª feira
14 jan - 18 jan
Turma 1: 9h - 12h
Turma 2: 19h - 22h

Fazendo Arte no Parque | Colônia de férias de Arte para crianças
Destinado a crianças de 4 a 12 anos.
7 jan - 1 fev

Veja a programação completa de cursos.
aberturas de exposições
Terceira Mostra do Programa Aprofundamento
Curadoria: Anna Bella Geiger, Fernando Cocchiarale e Marcelo Campos
25 de janeiro, 19h
O Programa, anual e gratuito, é destinado a artistas que buscam o aprofundamento de sua produção. A mostra reúne trabalhos dos artistas Alexandre Paes, André Renaud, Arthur Chaves, Bernardo Mosqueira, Carla Hermann, Bete Esteves, Fabrício Belsoff, Fernanda Furtado, Gabriela Noujaim, Joana César, Jorge Soledar, Nadam Guerra, Leidiane Carvalho, Paula Huven, Raphael Fonseca, Rodrigo Braga, Sofia Caesar e Zoé Dubus.
Até 10 de março, Galerias 1, 2 e Galeria EAV 
O Muro
11 de janeiro, 19h
O Muro é uma instalação interativa idealizada pela equipe do projeto Eu sou, a partir de fotos realizadas por 60 crianças e adolescentes moradores do Jacarezinho. Em 23 de janeiro, às 20h, o coordenador Helio Rodrigues fará uma palestra no Auditório contando sua experiência.
Até 27 de janeiro, Auditório 
exposições em cartaz
+ Luz
Mostra dos integrantes da oficina 3D da EAV, do curso "Conversando sobre escultura, objeto etc e tal", ministrado por João Carlos Goldberg. Participam: Agostinho Moreira, Anamaria Reis, Anna Helena Cazzani, Fabio Naranno, Fátima Villarin, Gustavo Torres, Marcos Duarte, Marcos Lima e Mark Feddersen.Até 13 de janeiro de 2013, Galerias 1, 2 e EAV 
tempo-vero
de Leonardo Tepedino A exposição do artista Leonardo Tepedino afirma a escultura como possibilidade de conhecimento, enfrentamento e resistência da realidade.Até 24 de fevereiro de 2013, Cavalariças 
EAV indica
Ulysses
de José Rufino
Casa França Brasil
Até 17 de fevereiro de 2013
O Sozinho
de Efrain Almeida
Casa França Brasil | Projeto Cofre
Até 17 de fevereiro de 2013
Fernanda Gomes
Curadoria de Fernando Cocchiarale
Laura Alvim
Até 17 de fevereiro de 2013

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO


Edital n.º 308
Em 19 de dezembro de 2012.
Processo Seletivo Para Professor Substituto

O Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, torna público que estarão abertas as inscrições  para provimento de vagas de Professor Substituto conforme descrito no Anexo II deste edital e nos termos da lei nº 8745 de 09 de dezembro de 1993. A Alocação das referidas vagas, por setores, encontram-se disponíveis  nas respectivas Unidades. Caso não haja candidatos inscritos no período acima especificado, o prazo de inscrição ficará automaticamente prorrogado por igual período.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES.
1.1- Este processo seletivo será regido pelo presente Edital e sua operacionalização caberá à respectiva Unidade ou Instância Equivalente da Universidade Federal do Rio de Janeiro para a qual a vaga foi alocada.
1.2 - O presente processo seletivo visa ao provimento do número de vagas definido no Anexo I deste Edital, ressalvada a possibilidade de mudanças durante o seu prazo de validade, de acordo com as necessidades da UFRJ.
1.3 - O presente Edital contém os seguintes anexos:
Anexo I - Quadro de Vagas, com Unidade, Área/Setor de Atuação e Jornada de Trabalho, bem como o respectivo Período de Contratação.
Anexo II – Período e Locais de Inscrição.
2. DOS REQUISITOS PARA A CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA.
2.1 - O candidato deverá atender, cumulativamente, para a contratação temporária, aos seguintes requisitos:
a) ser aprovado e classificado no processo seletivo;
b) não possuir contrato nos termos da Lei nº. 8.745/93, com exclusão inferior a vinte e quatro meses;
c) não ser ocupante de cargo efetivo da carreira do magistério, de que trata a Lei nº. 7.596/87;
d) se servidor de nível superior da administração direta ou indireta da União, dos Estados e dos Municípios, bem como empregados de suas subsidiárias ou controladas, comprovar formalmente a compatibilidade de horários;
e) ser brasileiro ou estrangeiro portador do visto permanente;
f) ter idade mínima de 18 anos completos;
g) gozar dos direitos políticos;
h) estar quite com as obrigações eleitorais e militares;
i) estar inscrito no respectivo órgão regulamentador da profissão, quando o setor do concurso exigir.
2.2 - É proibida a recontratação do professor substituto com base na Lei 8.745/93 antes de transcorridos 24 (vinte e quatro) meses do encerramento do último vínculo, independente da duração do vínculo anterior.
3 – DA INSCRIÇÃO.
3.1 - A inscrição do candidato implicará no conhecimento e na tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar o desconhecimento.
3.2 - Os interessados poderão obter maiores informações sobre o concurso nas Unidades ou Instâncias Equivalentes responsáveis pelas vagas.
3.3 - Os interessados deverão formalizar o pedido de inscrição mediante requerimento ao Diretor da Unidade ou Instância Equivalente responsável pela vaga - endereço no Anexo II deste Edital - indicando a área/setor em que pretendem concorrer, acompanhado da seguinte documentação:
a) Documentação pessoal. Documento de Identidade e CPF.
b) Curriculum Vitae documentado.
3.4 – O período de solicitação de inscrições está definido no Anexo II deste Edital.
3.4.1 – Caso não haja solicitações de inscrições no período definido no Anexo II, o prazo de solicitações de inscrições será automaticamente prorrogado por igual período.
3.5- Será permitida a inscrição por procuração específica individual com firma reconhecida por autenticidade, acompanhada de cópias dos documentos de identidade do candidato e do procurador, devidamente autenticadas. A procuração e as fotocópias dos documentos deverão ser anexadas ao Requerimento de Inscrição.
3.6 - O candidato inscrito, por procuração, assume total responsabilidade pelas informações prestadas por seu procurador, arcando com as conseqüências de eventuais erros de seu representante no preenchimento do Requerimento de Inscrição.
3.7- O deferimento das solicitações de inscrições será feito pelo Departamento ou Instância responsável pela área/setor da vaga, mediante exame preliminar dos currícula documentados, tendo por base a pertinência do(s) título(s) do candidato em relação à área/setor do processo seletivo.
3.7.1 – Caso todas as solicitações de inscrição efetuadas no período definido no Anexo II sejam indeferidas, o prazo de solicitações de inscrições será reaberto no dia útil seguinte ao da divulgação do indeferimento, por igual período.
3.7.2 – No caso de indeferimento do pedido de inscrição, o candidato poderá recorrer, com efeito suspensivo, ao Diretor da Unidade ou ao responsável pela Instância equivalente ao qual está subordinado o respectivo Departamento ou Instância responsável pela área/setor, no prazo de 2 (dois) dias úteis após a publicação dos resultados, no local das inscrições.
3.7.3 – Caberá à congregação da Unidade ou Instância equivalente o julgamento dos recursos.
3.8 - É vedada a inscrição condicional.
4 – DA REMUNERAÇÃO.
4.1 - A remuneração do professor substituto será composta do vencimento básico, nível I (um), da classe para a qual o contratado possua a qualificação requerida (graduação, mestrado ou doutorado), seguindo as mesmas categorias vigentes para professor do quadro efetivo (Auxiliar, Assistente ou Adjunto).
4.1.1 - Os candidatos que tiverem titulação superior à exigida neste processo seletivo devem apresentar o diploma ou a declaração de obtenção do grau de Mestre ou Doutor expedido por Instituição de Ensino Superior credenciada ou por universidade estrangeira desde que reconhecido ou revalidado.
5 – DA SELEÇÃO
5.1 – O processo seletivo será conduzida por comissão julgadora constituída pelo Departamento ou Instância responsável pela área/setor do processo, composta de 03 (três) membros, sendo pelo menos 2 (dois) pertencentes à Unidade ou Instância equivalente, preferencialmente portadores de título de doutor ou equivalente.
5.2 – O processo seletivo será realizado em duas etapas.
5.2.1 – A primeira será constituída por análise dos Curricula Vitae, sendo eliminatória. Os critérios de pontuação serão definidos pela Comissão Julgadora e informados aos candidatos.
5.2.2 – Aos classificados na primeira etapa serão aplicadas pelo menos 2 (duas) das três provas abaixo relacionadas, sendo eliminatórias na ordem apresentada:
a) prova escrita;
b) prova didática;
c) prova prática.
5.3 - No ato da inscrição o candidato deve tomar ciência das provas que serão realizadas e dos seus respectivos programas.
5.4 – A análise dos Currícula e as provas que venham a ser realizadas seguirão as diretrizes apresentadas na Resolução CEG 07/2010, publicada na página www.pr1.ufrj.br.
5.5 – Às provas realizadas na segunda etapa serão atribuídas notas de 0 (zero) a 10 (dez), considerando-se aprovado o candidato que obtiver média igual ou superior a 7 (sete).
5.5.1 - Considera-se automaticamente reprovado, o candidato que obtiver nota inferior a 6 (seis), em quaisquer das provas.
5.6 - Os candidatos aprovados serão classificados por média ponderada das notas das provas, expressa com uma casa decimal, de acordo com o critério estabelecido pelo Departamento ou Instância responsável pela área/setor da Vaga.
5.7 – Em caso de empate, terá preferência o candidato de maior idade.
6 – DA CONTRATAÇÃO.
6.1 – Após a publicação do resultado final no Diário Oficial da União, o Conselho de Ensino de Graduação definirá a data de início do contrato.
6.2 - O contrato poderá ser prorrogado, em função de análise e definição pelo Conselho de Ensino de Graduação da continuidade da necessidade do professor substituto, desde que o prazo total não exceda 24 (vinte e quatro) meses.
6.3 - A extinção do contrato de professor substituto se dará, sem direito a indenizações, pelo término do prazo contratual ou por iniciativa do contratado, comunicada com antecedência mínima de trinta dias.
6.4 – No ato da contratação o candidato deverá apresentar cópia autenticada do Diploma de Graduação, devidamente registrado e reconhecido pelo MEC - no caso de curso superior realizado no Brasil - segundo a área de formação exigida pela Unidade para cada área/setor. No caso de títulos obtidos no Exterior, anexar cópia autenticada do título já revalidado. O não cumprimento desta exigência implica na imediata eliminação do candidato.
7 - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS.
7.1 – A Comissão Julgadora encaminhará ao Chefe do Departamento ou Instância equivalente a ata do processo seletivo, relacionando os candidatos aprovados pela ordem de classificação. O Diretor da Unidade ou Instância equivalente fará publicar portaria no Diário Oficial da União com o resultado do processo seletivo, após homologação do relatório do processo seletivo pelo CEG.
7.2 – A homologação do relatório do processo seletivo pelo CEG é condição necessária para que se dê início aos procedimentos de contratação do professor substituto.
7.3 – O provimento das vagas obedecerá ao número de vagas definido no Anexo I deste Edital, à ordem de classificação, ao prazo de validade do concurso, às normas legais pertinentes e às regras deste Edital.
7.4 - Os candidatos classificados, excedentes às vagas ofertadas, serão mantidos em cadastro durante o prazo de validade do processo seletivo e poderão ser contratados em função da disponibilidade de vagas.
7.5 - A validade do processo seletivo esgotar-se-á 12 (doze) meses após a data da publicação do resultado no Diário Oficial da União.
7.6 - Não será fornecido ao candidato qualquer documento comprobatório de classificação, valendo para tal fim a publicação do resultado final do processo seletivo no Diário Oficial da União.
7.7 - As ocorrências não previstas neste Edital serão resolvidas pela Pró-Reitoria de Graduação da UFRJ.
7.8 – Para dirimir todas as questões oriundas do presente Edital, é competente o Foro da Justiça Federal na cidade do Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro, 19 de dezembro 2012.



Carlos Antônio Levi da Conceição
Reitor







Anexo I:
Quadro de Vagas/Jornada de Trabalho/Prazo de Contratação.

Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH)
Jornada de Trabalho: 40h                                                                                                                                                                                                Prazo de Contratação: Até 31/12/2013.
Unidade
Departamento/Setor
Vagas
Faculdade de Educação
Didática/Educação Infantil para atendimento de alunos de 04 (quatro) meses a 5 (cinco) anos e 11 (onze) meses
09(nove)

Anexo II
Período e Local de Inscrição para todas as vagas do Anexo I.
Período de inscrição: 14,15,16,17 e 18 de janeiro de 2013
Local de Inscrição:
Unidade
Endereço
Telefone
Faculdade de Educação
Av. Pasteur 250, fundos – sala 229 – Protocolo
 Praia Vermelha – Horário: 10:00h as 16:00h