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segunda-feira, 30 de maio de 2011

CESAC

CENTRO DE ETNO CONHECIMENTO SÓCIO CULTURAL E AMBIENTAL CAUIERÉ

O CESAC – Centro de Etno-conhecimento Sócio-cultural e Ambiental Cauieré - entidade
associativa sem fins lucrativos de defesa de direitos e interesses indígenas registrada no RCPJ/RJ sob o nº 490.156, CNPJ sob o nº 73.295.875/0001-31 e no Ministério da Justiça ped. OSCIP de nº 08071.008534/2007-37, desde 1993, com sede na Rua Maracá, nº 7 em Tomás Coelho, Rio de Janeiro (RJ), vem, por meio do presente documento, solicitar o apoio de Ongs e Instituições indígenas e não indígenas com o objetivo de receber auxílio no projeto de reforma e da defesa para destinação à cultura indígena do imóvel do antigo Museu do Índio, na Cidade do Rio de Janeiro, que se encontra em ruínas, sendo um patrimônio histórico de valor inestimável – e pólo de resistência cultural indígena - que está ameaçado de demolição pelos poderes públicos Estadual e Municipal do Rio de Janeiro.
No dia 20 de outubro de 2006 o Movimento dos Tamoios, representado, na ocasião, por trinta e cinco representantes de 17 etnias indígenas de várias partes do Brasil, dentre essas, Guajajara (MA), Pataxó (BA), Tukano (AM), Mayoruna (AM), Fulni-ô (PE), Apuriña (AM), Kayapó (PA), Krahó (MA), Krikati (MA), Xavante (MT), Xukuru e Kariri (AL), Guarani (RJ e PR) e Tikuna (AM), Potiguara (PB), reassumiram um antigo casarão em ruínas, (antigo museu do indio) na Avenida Radial Oeste, bairro do Maracanã (Rio de Janeiro). Construído em 1910, o casarão já sediou o Serviço de Proteção do Índio (SPI), fundado pelo Marechal Rondon. O prédio chegou
a abrigar, a partir da década de 1950, o Museu do Índio, fundado por Darcy Ribeiro e desativado em 1978, sendo transferido para o bairro de Botafogo. O local ficou abandonado, sendo depredado sucessivamente.
Em outubro de 2006 indígenas de várias etnias haviam participado do “1º Encontro Movimento dos Tamoios: Pelo Resgate dos Direitos dos Povos Originários do Brasil”, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), ocasião em que foi votada a proposta de ocupação do antigo Museu do Índio. Após o encontro, os representantes do Movimento Tamoio acompanhados de sindicalistas foram para o espaço e tiveram uma negociação com os responsáveis pela administração que resolveram entregar a posse do imóvel e a ocupação ocorreu de forma pacífica. Lembrando a forma como o próprio Darcy Ribeiro transformou o local em Museu do Índio, nos anos 50, o casarão se encontrava na mesma situação: abandonado.
O Movimento, desde o início da ocupação, contou com o apoio de entidades como o SEPE, CNTE, SINTRASEF, CESAC, ASIB, CA de Química da UERJ, DCE da PUC, de instituições como MPF, UERJ, UFRJ, UNIRIO, UFF, CEFET e com a solidariedade de diversos movimentos.
O espaço é ocupado por indígenas e descendentes de várias etnias, desde outubro de 2006, como centro de preservação e difusão da cultura indígena, além de ponto de abrigo e proteção para indígenas de todo o Brasil, que chegam à Cidade do Rio de Janeiro sem amparo governamental ou institucional.
Os ocupantes estão lutando pelo sonho do local ser finalmente reformado e transformado em um centro cultural. A instalação de um espaço próprio para os povos indígenas desse país na Cidade do Rio de Janeiro, destinado à educação e à transmissão de cultura indígena sob a ótica indígena, estimula o diálogo inter-étnico e enriquece de saberes ancestrais o cidadão urbano, carioca ou não, que desconhece a realidade indígena brasileira contemporânea, principalmente a realidade do cidadão indígena desaldeado, cidadão excluído das políticas públicas, visto que os Povos Originários já possuem o IDH mais baixo do país – e os índios no meio urbano, para piorar a situação, estão longe do abrigo de suas aldeias e de suas famílias, sofrendo muitas vezes com o preconceito, além de um violento choque cultural no ambiente urbano.
O Movimento Tamoio foi batizado com esse nome em homenagem à Confederação dos Tamoios,
insurreição indígena, ocorrida entre 1556 e 1567, contra a invasão portuguesa às terras brasileiras e a tentativa de escravizar os Povos Nativos. Iniciada pela nação Tupinambá, a revolta contou com a participação – e a união – dos Povos Goitacaz, Aimoré e de diversas etnias situadas ao longo do Vale do Paraíba, na então Capitania de São Vicente, contra o domínio português. A Confederação dos Tamoios foi dizimada pelo poderio bélico de Estácio de Sá, auxiliado pelos flecheiros Temiminó, inimigos dos Tupinambá, mas permaneceu vivo o conceito expresso na própria palavra “Tamoio”, que vem do vocábulo Tupi “Tamuya”, significando “o mais Velho, o mais Antigo” e denotando a primazia – ao menos moral – dos Povos Originários sobre esse solo onde se constituiu uma nação chamada Brasil, bem como o ideal de união dos Povos Ameríndios para conquista de seus direitos elementares.
O Movimento Tamoio declara que o espaço do antigo Museu do Índio, no Maracanã, é Patrimônio Indígena – aberto a todos aqueles que desejam apoiar a causa - e propõe que o espaço seja reformado e usado – não somente como vitrine para as questões discutidas pelo Movimento Indígena, como políticas públicas para os Povos Originários, tais como demarcação de terra e diferenciação nas áreas de Saúde e Educação – para a criação de uma Universidade Indígena no Rio de Janeiro, promovendo educação diferenciada, saberes ancestrais, ministrados por anciãos das mais diversas etnias, e ensino de História e Cultura Indígena (de acordo com os ditames da Lei nº. 11.645/08 de março/2008).
Está sendo elaborado um projeto de criação de um pólo de Ensino à Distância, com sede no espaço do antigo Museu do Índio, com o objetivo de prover formação a indígenas das partes mais remotas do país nas áreas de Educação, Saúde, Meio Ambiente e Assistência Social, promovendo assim a elevação do IDH dos Povos Originários.
Muitas escolas públicas e particulares já visitaram o local para conhecer de perto a cultura e os costumes predominantes no Brasil antes da chegada de Cabral e a realidade indígena contemporânea. Instituições como a APAE também levaram seus alunos para conhecer o local, por meio do apoio da SOCITO – Sociedade Civil e Cidadania para todos.
A sustentabilidade do espaço é o que mais preocupa no momento, já que os ocupantes do Museu vivem exclusivamente de artesanato e doações. A política de doações aos resistentes ainda funciona de forma precária, tendo, inclusive, alguns dos ocupantes passado necessidades no empenho heróico de defender a posse do espaço, Patrimônio Indígena.
Os indígenas sediados no RJ são impedidos de venderem livremente seus artesanatos na praia de Copacabana, cartão postal do Rio de Janeiro, e em outros logradouros públicos da cidade pela Postura Municipal, apesar do Estatuto do Índio (Lei 6.001/73) e a Convenção 169 da OIT disporem sobre o respeito e a promoção do artesanato indígena como forma de subsistência e expressão cultural e da Constituição garantir textualmente esse direito, pois, segundo a Carta Magna, é mister “respeitar, ao proporcionar aos índios meios para o seu desenvolvimento, as peculiaridades inerentes à sua condição” e “assegurar aos índios a possibilidade de livre escolha dos seus meios de vida e subsistência”.
A instalação de um espaço próprio, de Propriedade Indígena, em local privilegiado, próximo ao Maracanã, é uma garantia para que indígenas de todas as etnias possam comercializar seus artesanatos livremente e enriquecer o contato inter-étnico com cariocas e turistas, já com vistas nos eventos esportivos de 2014 e 2016.
Contamos com o apoio de todos, Instituições, Organizações Indígenas ou não, para a defesa e reforma desse patrimônio inalienável para as populações indígenas brasileiras, destinado à educação e à transmissão de cultura, hoje ameaçado de demolição para construção de um estacionamento, assim como apelamos para a solidariedade com nossos irmãos indígenas que, sem qualquer aporte financeiro, resistem na defesa do prédio do antigo Museu bem como do terreno que o abriga, espaço coberto de árvores centenárias e ninhos de pássaros, em meio à selva urbana de cimento e concreto armado do Rio de Janeiro.








Rio de Janeiro, 15 de Novembro de 2009.











CESAC
Rua Maracá n° 7 - Tomas Coelho/RJ - CEP: 21220 -770
Tel.: (21) 9504 -7517,

domingo, 29 de maio de 2011

Carta aberta de Católicas pelo Direito de Decidir à Presidenta Dilma Rousseff (27/05/2011)

Estado laico. O que é isso, companheira?

Carta aberta de Católicas pelo Direito de Decidir à Presidenta Dilma Rousseff sobre a polêmica criada em torno do kit anti-homofobia
Presidenta Dilma,

Estamos estarrecidas! A polêmica criada em torno do kit anti-homofobia e o recuo do governo federal ante as pressões vindas de alguns dos setores mais conservadores e preconceituosos da sociedade nos deixou perplexas. E temerosas do que se anuncia para uma sociedade que convive com os maiores índices de violência e crimes de morte cometidos contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersex (LGBTTI) do mundo. Temos medo de um retorno às trevas, senhora Presidenta, e não sem motivos.
A vitoriosa pressão contra o kit anti-homofobia da bancada religiosa, majoritariamente composta por conservadores evangélicos e católicos, em um momento em que denúncias de corrupção atingem o governo, traz de volta ao cenário político a velha prática de se fazer uso de direitos civis como moeda de troca. Trocam-se, mais uma vez, votos preciosos e silêncio conivente pelo apoio ao preconceito homofóbico que retira de quase vinte milhões de brasileiros e brasileiras o direito a uma vida sem violência e sem ódio. A dignidade e a vida de pessoas LGBTTI estão valendo muito pouco nesse mercado escuso da política do toma-lá-dá-cá, senhora Presidenta! E o compromisso com a verdade parece que nada vale também.
Presidenta, convenhamos, a senhora sabe que o kit anti-homofobia é um material educativo, que não tem por finalidade induzir jovens a se tornarem homossexuais, até mesmo porque isso é impossível, como tod@s sabemos. Não se induz ninguém a sentir amor ou desejo por outrem. Mas respeito, sim. E ódio também, senhora Presidenta... ódio é possível ensinar! Poderíamos olhar para trás e ver o ódio que a propaganda nazista induziu contra judeus, ciganos, homossexuais. Porém, infelizmente, não precisamos ir tão atrás no tempo. Temos terríveis exemplos recentes de agressões covardes e aviltantes a pessoas LGBTTI e o enorme índice de violência contra as mulheres acontecendo aqui mesmo, em nosso próprio país.
Quando a senhora afirma, legitimando os conservadores homofóbicos, que é contra a propaganda da "opção" sexual, faz parecer que alguém pode, de fato, "optar" por sentir esse ou aquele desejo. Amor, desejo, afeto não são opcionais, ninguém escolhe por quem se apaixona, senhora Presidenta! Mas se escolhe ferir, matar, humilhar.
Quando a senhora diz que todo material do governo que se refira a "costumes" deve passar por uma consulta a "setores interessados" da sociedade antes de serem publicados ou divulgados, como estampam hoje os jornais, ficamos ainda mais perplexas. De que "costumes" estamos falando, senhora Presidenta? E de que "setores interessados"? Não se trata de "costumes", mas de direitos de cidadania que estão sendo violados recorrentemente em nosso país e em nome de uma moral religiosa conservadora, patriarcal, misógina, racista e homofóbica. Trata-se de direitos humanos que são negados a milhões de pessoas em nosso país! E "setores interessados", nesse caso, deveria significar a população LGBTTI e todas as forças democráticas do nosso país que não querem ter um governo preso a alianças políticas duvidosas, ainda mais com setores "interessados" em retrocessos políticos quanto aos direitos humanos da população brasileira.
O país que a senhora governa ratificou resoluções da ONU tomadas em grandes conferências internacionais, em Cairo (1994) e em Beijing (1995), comprometendo-se a trabalhar para que os direitos sexuais e os direitos reprodutivos sejam reconhecidos como direitos humanos. No entanto, até hoje pessoas LGBTTI morrem por não terem seus direitos garantidos. Mulheres morrem pela criminalização do aborto e pela violência de gênero.
Comemoramos quando uma mulher foi eleita ao cargo máximo de nosso país. Ainda mais porque, como boa parcela da sociedade, levantamos nossa voz contra o aviltamento do Estado laico, ao termos um uso perverso da religião nas campanhas eleitorais de 2010 para desqualificar uma mulher competente e com compromisso com a dignidade humana. Antes ainda, levantamos nossa voz a favor do III PNDH, seguras de que deveria ser um instrumento de aprofundamento do respeito aos direitos humanos em nosso país. Agora não temos o que comemorar, senhora Presidenta! Parece que o medo está, de novo, vencendo a verdade. E a dignidade.
Infelizmente, temos de - mais uma vez! - vir a público exigir que os princípios do Estado laico sejam cumpridos. Como a senhora bem sabe, a laicidade é essencial à democracia e não se dá pela simples imposição da vontade da maioria, pois isso resulta em desrespeito aos direitos humanos das minorias, sejam elas religiosas, étnico-raciais, de gênero ou orientação sexual. Não existe democracia se não forem respeitados os direitos humanos de todas as pessoas. Impor a crença religiosa de uma parcela da população ao conjunto da sociedade coloca em risco a própria democracia, já que os direitos humanos de diversos segmentos sociais estão sendo violados. Portanto, senhora Presidenta, não seja conivente! Não permita que alguns setores da sociedade façam do Estado laico um conceito vazio, um ideal abstrato. Como Católicas pelo Direito de Decidir, repudiamos o uso das religiões neste contexto de manipulação política e afirmamos nosso compromisso com a laicidade do Estado, com a dignidade humana e nosso apoio ao uso do kit educativo pelo fim da homofobia nas escolas brasileiras.

Fonte: http://www.catolicasonline.org.br/ExibicaoNoticia.aspx?cod=1351

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ARTE PEDAGOGIA & CIA




Você faz camisetas, ou outro artigo relacionado ao curso de pedagogia e quer um espaço virtual e gratuito para divulgar seus trabalhos na internet?
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

As três peneiras de Sócrates










Um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:
- Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!
- Espera - disse o sábio. Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.
- Três peneiras? Que queres dizer?
- Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?
- Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.
- A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:
- Devo confessar que não.
- A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?
- Útil? Na verdade,não.

-Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti.

domingo, 22 de maio de 2011

Árvores frutíferas




As árvores frondosas sempre chamam mais atenção, por isso elas estão à mercê de diversas formas de tratamentos, pois nesse mundo existem pessoas de todos os tipos e, infelizmente muitas não conseguem fazer com que suas as árvores frutifiquem, tanto quanto a do outro, pois não fertiliza o seu solo como deveria, não tem o cuidado exigido, não consegue perceber ou estudar a possibilidade daquele terreno ser mais próspero e, às vezes por não saber como é ter uma árvore formosa dessa em seu território, acaba machucando-a com pedras e até com outros objetos, a que pertence aos outros.
E ainda existem aqueles que não conseguem perceber a beleza e quantidade de frutos existentes em suas árvores por estar tempo demais observando a do outro.
Há pessoas que na incapacidade de plantar as suas próprias árvores, atiram pedras para comer os frutos da árvore do vizinho. Quando atiram as pedras, os frutos caem e os autores das pedradas comem-nos, felizes, porque não tiveram que plantar nem cultivar uma árvore e esperar dois a três anos para colher os frutos. Percebem que a pedrada é um método fácil e rápido de gratificação e assim andam pela surdina, de árvore em árvore a atirar as suas pedras à criatividade alheia e a usufruírem das vitaminas dos frutos dos outros.
Como este é um comportamento típico de pessoas que atuam por instinto e de forma imediatista, os autores das pedradas nem sequer sabem que cada árvore que apedrejam vai produzir novos frutos, provavelmente mais doces e suculentos do que no apedrejamento anterior.
Estas pessoas mal formadas só sabem uma coisa: o seu sucesso depende exclusivamente de atirar pedras às árvores alheias. Às vezes, as mangas ainda estão verdes, mas eles disparam só pelo prazer de atirar as pedras.
Como têm dificuldade em pensar, nunca saberão que ganhavam muito mais se plantassem a sua própria árvore a partir de uma semente, para ao fim de alguns anos colherem os frutos na época própria.
Pelo contrário, preferem continuar a atirar as pedras, por vezes sem direção. Correm o risco de, por engano, um dia errarem o alvo e partirem os vidros da sua própria casa. Mas correm riscos mais graves: na ânsia de abanarem a árvore do vizinho, podem cair do muro sobre o qual se colocam para atirar as pedradas e esconder a mão.
Enquanto isso, os bons vizinhos que plantaram a primeira árvore, com a sua iniciativa e força de vontade, vão plantar a segunda e a terceira árvore, até terem um pomar de sucesso e reconhecimento, repleto de árvores com suculentos frutos.
A maior parte das vezes, os construtores de pomares, focados no seu trabalho e no lado positivo da vida, nem sequer chegam a perceber que alguém esteve a atirar pedras às suas árvores à surdina e a comer alguns dos seus belos frutos.
Seja no trabalho, na vida pessoal, quanto maior for o seu resultado naquilo que você faz, maior será a critica, nem sempre construtiva.
Isso só prova que estamos dando frutos e BONS frutos... consequência do bom trabalho.
Acontece que o maior interesse das pessoas que jogam pedras contra essas árvores é para derrubar os seus frutos; é claro que quanto mais carregada ela estiver possivelmente mais pedradas ela levará.
Acredito que os mais sábios percebem o valor dessa árvore no nosso meio e preferem retirar o fruto de uma forma que não a ofenda ou a machuque e tenta cultivá-la em seu jardim ou nos bosques da vida.
Quanto mais árvores frondosas existir, mais belo se torna esse mundo em que vivemos: alimentando, alegrando, aprendendo, acolhendo, refrescando...




Fonte: http://ebanaoeeba.blogspot.com/2010/07/so-leva-pedrada.html


sábado, 21 de maio de 2011

Professora Amanda Gurgel – o que é ser professora hoje







LIVROS PARA INGUINORANTES

Carlos Eduardo Novaes






Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!

A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.

A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.

Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.

Fonte: http://www.jblog.com.br/novaes.php?itemid=26806



sexta-feira, 20 de maio de 2011

Dia do Pedagogo


O debate foi uma iniciativa do Centro Acadêmico Cecília Meireles com apoio da Cooordenação de Pedagogia, Direção do Ensino Superior, Direção Geral do ISERJ e sindicatos de professores (SEPE, SINDPEFAETEC e SINPRO-RIO) em comemoração ao Dia do Pedagogo.

O tema: Formação dos Profissionais em Questão"

Agradecemos aos professores Haroldo Teixeira, Patrícia Maneschy, Sandra Santos, Leonardo de Castro, Maria Patrícia Alvarenga e Paulo Cezar Ribeiro que participaram da mesa; ao Hugo e ao Ericson com suporte técnico do LabMM ao vídeo e som; a Tula pela cobertura com fotos e edição do debate para o site ISERJ.NET; e aos demais professores e alunos que prestigiaram o evento.

Um agradecimento especialmente carinhoso aos professores Leonardo de Castro, Patrícia Maneschy, Maria Carolina Granato (PROMEMO) e Soraia Bastos pela doação dos livros que foram sorteados aos presentes no término do debate, e ao Sérgio Cabral, aluno da Pedagogia que fez as camisetas com o logo do CACM-ISERJ.

Os alunos que assinaram a lista de presenças receberão certificados de participação.

Fonte:
http://iserj.net/2011/05/debate-do-dia-do-pedagogo/

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Kit Gay

,

Circula na mídia que o MEC pretende distribuir kits anti-homofóbicos (KIT GAY) nas escolas para crianças de 7 a 10 anos.
Caso a Comissão de Publicação aprove o material que já vazou na internet, as crianças das escolas públicas de todo o Brasil receberão um DVD com cenas de homossexualismo, mas também existe uma petição contra essa ação do Ministério da Educação (MEC) com quase 27000 assinaturas http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL, isso é o que está sendo divulgado nas mídias.
Porém, um profissional da educação me informou que esse material seria distribuído aos profissionais de educação, e não às crianças, desmentindo assim o que a mídia está divulgando.


O que também causa espanto é o custo para a produção desse material didático girar em torno de alguns milhões de reais dos cofres públicos. Dinheiro público que poderia ter sido empregado verdadeiramente na educação pública, e não num projeto que agora corre o risco de ser descartado.


E você futuro pedagogo como pensa em trabalhar essa questão se a distribuição dos kits for aprovada?


Fontes:

http://www.ogalileo.com.br/noticias/nacional/video-mec-fara-propaganda-do-homossexualismo-para-criancas-de-7-a-10-anos

Vídeo: André Lázaro - Encontrando Bianca
http://www.youtube.com/watch?v=shnb_YC5Dlw&feature=player_embedded

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5136727-EI8266,00-MEC+diz+que+kit+gay+em+circulacao+nao+e+oficial+veja+videos.html

http://construindoopensamento.blogspot.com/2011/04/ainda-sobre-o-kit-gay-respondo-um.html

http://holofote.net/2011/05/18/contra-o-kit-gay-frente-parlamentar-evangelicos-vai-obstruir-as-sessoes-da-camara-dos-deputados/

quarta-feira, 18 de maio de 2011

19º EFEPe

Encontro Fluminense de Estudantes de Pedagogia
De 27 a 29 de maio de 2011
Local: UNIRIO/Praia Vermelha

Maiores informações:
www.19efepe.blogspot.com

terça-feira, 17 de maio de 2011

DIA DO PEDAGOGO - 20 DE MAIO









10h na sala 300- ISERJ

A entrada é franca e confere certificação

Realização: CENTRO ACADÊMICO CECÍLIA MEIRELES

segunda-feira, 16 de maio de 2011

II JORNADA DE PESQUISA E EXTENSÃO



















7, 8 e 9 de junho de 2011









[PRAZO PRORROGADO ATÉ 3 DE JUNHO]


O prazo para entrega desta ficha é até o dia 27 de maio de 2011

Poderão se inscrever:

• Professores do ISERJ para apresentação de suas pesquisas;
• Alunos do ISERJ para apresentação de comunicação ou pôster, com a supervisão de um professor ou de seu orientador de pesquisa.

Temas geradores:
7 de junho – O que é pesquisa?
8 de junho – Pesquisas aplicadas à educação
9 de junho – O futuro da pesquisa acadêmica no Instituto Superior de Educação

Programação da jornada

7 de junho de 2011

8h às 11h - Abertura da Jornada – mesa redonda com convidados O que é pesquisa?
11h às 12h – Debates
12h às 14h – Intervalo para almoço
14h às 17h –Mesa redonda com professores do Instituto – Educação Popular




17h às 18h – Sessão de curtas
18h às 19h – Intervalo para o jantar
19h às 22h – Comunicações coordenadas e pôsteres (espaço reservado para os alunos dos cursos Normal Superior e Pedagogia)


8 de junho de 2011

8h às 12h - Comunicações coordenadas e pôsteres (espaço reservado para os alunos dos cursos Normal Superior e Pedagogia)
12h às 14h – Intervalo para almoço
14h às 17h - Oficinas
17h às 18h – Atividade cultural
18h às 19h – Intervalo para o jantar
19h às 22h - Mesa redonda com professores e convidados – Pesquisas aplicadas à educação

9 de junho de 2011

8h às 11h - Mesa redonda com Diretorias e Coordenações de todos os segmentos do ISERJ – O futuro da pesquisa no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro
11h às 12 h – Debate
12h às 14h – Intervalo para almoço
14h às 17h – Mesa redonda com professores do Instituto – Perspectivas da pesquisa no ensino superior
17h às 18h – Atividade cultural
18h às 19h – Intervalo para o jantar
19h às 22h – Comunicações coordenadas e pôsteres (espaço reservado para os alunos dos cursos Normal Superior e Pedagogia)

O modelo da ficha de inscrição para download está disponível em http://groups.google.com/group/pedagogia-iserj/browse_thread/thread/f7de91deddc6617d?hl=pt-BR_BR e na secretaria da coordenação de Pedagogia e deve ser entregue preenchida até 27 de maio.



Mais informações no blog:
http://segundajornadadoiserj.blogspot.com/















sábado, 14 de maio de 2011

Tratado Antropológico do Cara Bonzinho




1. O bonzinho é romântico espontânea e naturalmente, sem forçar nada.

2. O bonzinho é cavalheiro, mesmo (e sobretudo) depois da mulher sacaneá-lo.

3. O bonzinho fica com raiva, espuma, baba de ira, mas não explode e sempre perdoa. No final das contas, ele é como o Mateus 8:8, basta a mulher dizer uma palavra e ela será absolvida.

4. O bonzinho é bem humorado, sempre está contando alguma piada ou história engraçada.

5. O bonzinho é inofensivo. A mulher confia nele cegamente, pois sabe que ele jamais forçará a barra em qualquer situação.

6. O bonzinho consegue até consolar a mulher pela qual é apaixonado depois de ela levar um pé-na-bunda do urso.

7. O bonzinho é sempre considerado/confundido como o “arroz”, “gás nobre” ou o “amigo gay” dela.

8. O bonzinho tem muitas amigas mulheres, de verdade. Por opção ou por falta de opção (em relação às suas intenções anteriores).

9. O bonzinho é o mais querido delas. Ninguém mais do que ele ouve mais frases do tipo “o meu carinho por você é muito grande”, “eu gosto tanto de você, mas como amigo”, “a nossa amizade é muito importante para mim”, “você não sabe o quanto eu gosto de você” etc.

10. O bonzinho na personalidade do cara não é exclusivo, mas predomina na relação com alguma(s) mulher(es) e em determinadas circunstâncias. O mesmo cara que é bonzinho com a Maria pode ser canalha com a Joana.

11. O bonzinho só se f... Porém…

12. O bonzinho nunca é eterno. Sempre aparece alguma mulher cujos atos são responsáveis pela morte do bonzinho no cara e, via de regra, o transformam naquele tipo ao qual é atribuída a velha máxima da filosofia universal feminina: “Homem não presta!”.

13. Em numerosos casos, as mulheres cobiçam e desejam se casar com os homens que não prestam, mas querem que estes sejam bonzinhos com elas.

Autor: Mykola Sydorenko

Fonte:
http://brasiliamaranhao.wordpress.com/2010/09/25/tratado-antropologico-e-sociologico-do-cara-bonzinho/




sexta-feira, 13 de maio de 2011

Por que judeus e palestinos brigam tanto?


Fontes:

http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/especial.asp?EditeCodigoDaPagina=563

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_261013.shtml

http://www.brasilescola.com/geografia/oriente-medio.htm

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_345575.shtml

Amigos da onça

Amazônia Legal







"Estima-se que existam aproximadamente 100 mil ONGS operando na Amazônia."

"Planos para a Amazônia não faltam. Em algumas escolas americanas já circulam mapas que mostram o Brasil extirpado dessa região e do Pantanal."

"O Brasil precisa estar mais atento à Região Amazônica para impedir movimentos em defesa de sua internacionalização."


"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externos, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas". Margareth Thatcher (Primeira Ministra Britânica), 1983

"Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós. Oferecemos o perdão da dívida externa em troca da floresta". Al Gore (Vice-Presidente dos Estados Unidos), 1989

"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia". François Mitterrand (Presidente Francês), 1989

"O Brasil deve delegar parte dos seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes". Gorbachev (Presidente da Ex-URSS), 1992

"Caso o Brasil resolva fazer uso da Amazônia, pondo em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper este processo imediatamente". General Patrick Hugles (Chefe do órgão central de informações do Exército Americano).

“Os militares projetam um conflito futuro, para daqui a 30 ou 40 anos, com um inimigo mais provável, os Estados Unidos”, diz o cientista político Paulo Ribeiro Rodrigues da Cunha, da Unesp. “Não devemos ser paranóicos, mas muito menos devemos ser ingênuos”, conclui ele, tecendo elogios à movimentação das Forças Armadas.


Alguns Organismos e Organizações Internacionais em ação na Amazônia

Advanced International Studies Unit - AISU
Agência Ambiental Americana de Proteção ao Meio Ambiente - EPA
Agency for International Development
Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados ( Acnur)
Alliance to Save Energy-ASE
Ames Global Ecosystem Science
American Council for an Energy-Efficient Economy-ACEEE
Asian Development Bank
Australian International Greenhouse Partnerships
Axel Michaelowa`s Joint Implementation page
Banco de Dados - EPA
Banco Mundial (World Bank)
Banco Mundial/Proarco
Biodiesel Handbook
Biodiesel in Europe 2000
Biodiesel in U.S.A. and in Europe
Biodiesel Web Site
Bioenergy Mailing List Archive :Re: Requesting Information on Biodiesel
Cantor FITZGERALD EBS
Casa Branca
Center for Clean Air Policy-CCAP
Center for Energy Efficiency-CENF-(Russia)
Center for International Climate and Environmental Research-CICERO
Center for International Earth Science Information Network - CIESIN
Center for International Environmental Law-CIEL
Center for Science and Environment (India)
Cleaning House on Environmental Advocacy and Research - CLEAR
Climate Action Network-CAN
Climate Ark
Climate Change Knowledge Network
Climate Change Training Program-UNITAR-CC Train
Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal)
Conselho de Manejo Florestal - FSC/Brasil
Conselho Internacional de Monumentos e Lugares (Icomos)
Czech Republic Ji Program
Department of Foreign Affairs and Trade
Direito Ambiental - ELI
Earth Council
Earth Island Institute
Earth Observatory - NASA
Ecojustice Project
Econet
Envirolink Network
Energy Efficiency and renewable Energy Network - EREN
Energy Information Agency - EIA
Environmental Background Information Center-EBIC
Environment Daily-European environmental news-ENDS
Environmental Defense
Environmental Defense Fund
Environmental Development Action in the Third World-ENDA-(Senegal)
Environmental News Networks
Environmental Protection Agency
Environmental Resources Information Network - ERIN
Environmental Treaties and Resource Indicators - ENTRI
Environmental Working Group
EPA Global Warming Site
Europa Homepage
European Commission
European Ji Program
Experimental Climate Prediction Center - ECPC/USJS/IBAMA
FAO
Fondazione Eni Enrico Mattei-FEEM-(Italy)
Fossil Energy Web Site - US DOE
Foundation for International Environmental Law and Development-FIELD-(uk)
Friends of the Earth- FOE
Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO)
Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef)
Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap)
Fundo Monetário Internacional (FMI)
Global Change News
Global Directory for Environmental Technology
Global Environmental Facility Home Page - GEF
Global Industrial and Social Progress Research Institute-GISPRI-(Japan)
Global Warming and the Third World
Green House Gas Emissions Trading - UNCTAD
Greenpeace
Greenpeace USA
Harward Institute for International Development-HIID
Institute of Energy Economics-(Argentina)
Inter-American Development Bank
Intergovernmental Panel on Climate Change
International Monetary Fund
International Panel on Climate Change-IPCC
International Performance Measures & Verification Protocol
Japan Aij Program
LinKages
Mercosul
Mineral Resoucers Program - USGS
NASA
National Climate Data Center
National Environmental Trust
National Environmental Trust
National Library for the Environment
National Wildlife Federation
Natural Resources Defense Council
Natural Resources Defense Council-NRDC
New Industrial Crops for Europe
Oceans International Environmental/Scientific Affairs
OECD Environmental
ONU - Organização das Nações Unidas
Organização das Nações Unidas (ONU)
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)
Organização Internacional do Trabalho (OIT)
Organização Mundial de Saúde (OMS)
Organização Mundial do Comércio (OMC)
Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)
Organização para o Desenvolvimento Industrial (Unido)
Organization for Economic Cooperation and Development - OECD
Organization of Amercian States
Ozone Action
Pew Center for Climate Change
Physicians for Social Responsibility
Planet Ark
President's Council on Sustainable Development
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil - PNUD - Brasil
RainForest
Renewable Energy Who's Who and Contacts
Researsh on Sustainable Development of Amazon
Sierra Club
Solar Energy Industries Association-SEIA
State Departament Climate Web Site
State PIRGs
Stop Global Warming
Swiss Aij Program
The Biotrade Initiative
The Climate Action Network Online-ECO
The Fletcher School
The H, John Heinz III Center for Science, Economics and the Environment
The Joint United Nations Programme on HIV/Aids (Unaids)
The Source for Renewable Energy
The World Conservation Union
UNEP Collaborating Centre on Energy and Environment-UCCEE
Union of Concerned Scientists
Union of Concerned Scientists
United Nations Environment Programme (Unep)
United Nations Framework Convention on Climate Change
United Nations Framework Convention on Climate Change-UNFCCC-Home Page
United States Environmental Protection Agency
United States Environmental Protection Agency-EPA
United States Initiative on Joint Implementation
USAID
US Country Studies Program
U.S. Departament of Energy Pollution Prevention - EPIC
US Global Change Research Information Office - QCRIO
US Global Change Research Program - USGCRP
US National Assessment
Weathervane-Resources for the Future
Welcome to Capdet Energy Efficiency
Wildlife Conservation Society : Latin
World Bank Climate Change Website
World Bank Forestry
World Conservation Monitoring Centre - WCMC
World Governments
World History
World Metereological Organization - WMO
World Resourcers Institute
World Resoucers Institute - WRI
World Trade Organization
World Wildlife Fund-WWF



Fontes:



http://www.terra.com.br/istoe-temp/edicoes/2012/imprime89706.htm




http://www.marilia.unesp.br/index.php?CodigoMenu=2413&CodigoOpcao=2413




http://www.amazonialegal.com.br/links/orginternacionais.htm




http://jus.uol.com.br/revista/texto/8314/soberania-sobre-a-amazonia-legal

segunda-feira, 9 de maio de 2011

UNE - Congressos

A UNE disponibilizará um ônibus saindo do Rio para os dois eventos e consideramos muito importante a participação dos/as estudantes do ISERJ nesses fóruns tão importantes para a juventude brasileira.

Para organizamos a ida dos interessados é importante que preenchamos a ata de inscrição e que a UNE resolva a papelada, comprovantes de matricula etc.

A reunião para definir essa comissão será nessa quinta-feira, 12 de maio às 18:00 na sala do Centro Acadêmico Cecília Meireles, e convidei a Clarissa para participar.














Os interessados em participar desses eventos devem enviar e-mail para cacm-iserj@googlegroups.com com o assunto: UNE - RJ e tb comparecer a reunião que definirá a comissão,o processo eleitoral para delegado e suplente nessa quinta-feira, 12 de maio, às 18h no CACM- ISERJ






Acompanhe os desdobramentos desse encontro no blog do CACM ISERJ:
http://cacmiserj.blogspot.com/2011/05/vem-ai-eleicao-para-delegados-aos.html


terça-feira, 3 de maio de 2011

Eletivas

Algumas disciplinas ainda estão com pastas disponíveis na coordenação de pedagogia. Estudos interdisciplinares do Rio de Janeiro, Educação e Sexualidade e a outra é sobre Nietzsche e Educação.

Onde você guarda seu racismo?










Os psicólogos americanos Mamie e Kenneth Clark fizeram esse teste acerca das raças em 1947